Hoje na Economia – 20/04/2026

Hoje na Economia – 20/04/2026

 

Cenário Internacional

Durante o final de semana chegou a haver o maior fluxo de navios passando pelo estreito de Ormuz, após o ministro do exterior do Irã, Abbas Araghchi, na 6ª feira indicar que o estreito estaria aberto devido ao cessar fogo de 10 dias entre Hezbollah e Israel. No entanto, o estreito voltou a ser fechado pela guarda revolucionária do Irã (IRGC) porque os EUA seguiram com seu bloqueio de navios iranianos ao redor do golfo de Omã. Durante o final de semana houve ataques do Irã a dois navios comerciais e dos EUA a um tanqueiro que iria para o Irã. O Irã indicou que não deve participar das negociações no Paquistão enquanto os EUA seguirem com o bloqueio, mas Trump deu indicações mais otimistas sobre essas conversas. Ao mesmo tempo, Trump ameaçou novamente destruir a infraestrutura do Irã caso o país não aceite suas demandas. Ao final os mercados reagem negativamente hoje, mas sem retirar toda a melhora vista na sexta-feira.

A agenda de dados hoje está esvaziada.

 

Cenário Brasil

Para conter a alta do petróleo, o governo ao longo do último mês criou uma subvenção de até R$ 1,52 por litro de diesel importado. Em troca, as distribuidoras devem informar suas margens de lucro à ANP para divulgação pública. A medida desagradou o setor, que ameaça rejeitar o benefício de R$ 4 bilhões, além de recorrer à Justiça contra o decreto.

Geraldo Alckmin, afirmou que 26 estados já aderiram à proposta do governo federal em subsidiar o diesel importado. Alckmin sugere que a subvenção de R$ 1,20 por litro do combustível importado seja financiada via redução pela metade do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Desembargador autoriza cobrança de imposto de 12% sobre exportação de petróleo. A taxa foi criada para sustentar os R$ 10 bilhões que o governo previa gastar com a primeira subvenção sobre o diesel, de R$ 0,32 por litro. O setor calcula que a taxa arrecadará cerca de R$ 30 bilhões.

Hoje saiu o Relatório Focus de expectativas do mercado, coletadas pelo Banco Central. A inflação projetada seguiu subindo para 2026 e 2027, assim como as projeções de taxa de juros Selic, essa subindo de 12,5% para 13,0% em 2026 e de 10,5% para 11,0% em 2027.

A agenda de dados de hoje está esvaziada.

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