Hoje na economia

05/11/2026

Hoje na Economia

Cenário Internacional

No Japão, a leitura final do PMI de serviços ficou em 51,7, abaixo da prévia de 52,0. Na Zona do Euro, o PPI registrou variação de 2,5% M/M e 11,1% A/A em setembro, acima das expectativas. No Reino Unido, o BoE elevou a taxa de juros em 25 bps, na primeira alta em mais de três anos.

Nos EUA, ainda hoje será divulgada a leitura preliminar do custo unitário do trabalho referente ao terceiro trimestre.

Cenário Brasil

Ontem, o Copom também manteve a Selic em 13,75%, em linha com as expectativas da SulAmérica Investimentos e do mercado. O comunicado classificou o cenário externo como mais adverso, citando a alta do petróleo e a política monetária mais apertada nas economias avançadas. No âmbito doméstico, o comitê apontou uma moderação mais acentuada da atividade e um mercado de trabalho resiliente, mas com sinais de desaquecimento na margem.

Na avaliação da SulAmérica Investimentos, a taxa básica de juros deve permanecer estável na última reunião do ano, em dezembro, encerrando 2026 em 13,75% ao ano. A mensagem central do comunicado é que o Banco Central prefere manter os juros em patamar restritivo por mais tempo (higher for longer), evidenciando forte relutância em voltar a apertar a política monetária.

Ontem, o governo publicou a medida provisória que fixa as alíquotas do Imposto Seletivo, cuja cobrança terá início apenas em fevereiro de 2027. Também foi confirmada a apresentação de uma PEC para prorrogar a incidência do IPI sobre os bens afetados pelo tributo.

Hoje foi divulgada a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), que registrou queda de 0,8% em setembro, com retração disseminada entre as atividades, à exceção da indústria extrativa.