Expectations that the U.S. economic indicators, which will be disclosed this week, show accelerated growth reinforce the belief that the Fed will begin increasing the basic interest rate in the first
Edição 1183
22/12/2014
Expectativas de que os indicadores econômicos americanos, que serão divulgados nesta semana, mostrem aceleração do crescimento reforçam as apostas de que o Fed deve começar a subir os juros básicos em meados do 1º semestre de 2015, enquanto os demais bancos centrais mantêm políticas estimulativas.
Os mercados de ações globais abriram o dia surfando o quadro de alta liquidez presente. O índice STOXX600 na Europa registra alta de 0,75%, nesta manhã. Londres sobe 0,86%, Paris avança 1,01% enquanto Frankfurt ganha 0,75%. O euro troca de mão a US$ 1,2266, subindo em relação a cotação de US$ 1,2239 de sexta-feira à tarde.
As bolsas americanas também devem mostrar valorização no início dos negócios, conforme pode se depreender do desempenho dos principais índices futuros de ações, neste momento. Os futuros do S&P e D&J registram altas de 0,27% e 0,30%, respectivamente. O dólar recua frente às principais moedas (dólar index: -0,14%), com a calma retornando aos mercados de petróleo e de moedas na Rússia. A moeda russa é negociada a 56,7 rublos por dólar, nesta segunda-feira. Na agenda, serão divulgados os números sobre as vendas de casa existentes em novembro, que deverão mostrar recuou de 1,1% ante o mês anterior, segundo as projeções do mercado.
Na Ásia, otimismo com a economia americana e estabilização da crise russa favoreceram os mercados de ações da região. O índice MSCI Asia Pacific fechou a sessão de hoje com alta de 0,7%. A bolsa de Tókio fechou muito próxima da estabilidade. O índice Nikkei registrou valorização de 0,08%, no pregão de hoje, caracterizado por baixo volume, num indicativo de que os investidores já estão deixando o mercado para as festas de final de ano. O dólar é negociado a 119,82 ienes no momento, contra 119,48 ienes no final do pregão de sexta-feira.
O petróleo tipo WTI, após a alta volatilidade dos últimos dias, se estabilizou em torno da cotação de US$ 57,68/barril. Demais commodities operam em alta (índice total: +0,35%), nesta manhã, com exceção das agrícolas que registram leve queda (-0,06%).
As festas de fim de ano devem esvaziar os mercados de forma geral. A Bovespa deve operar hoje desconectada dos mercados externos. Deve repercutir a entrevista da Venina Fonseca à TV Globo ontem à noite, mantendo o foco na crise da Petrobrás. Com a calma voltando aos mercados internacionais de moedas, o dólar pode abrir em queda frente ao real, mas não deve se afastar da cotação de R$ 2,65/US$. No mercado de juros futuros, espera-se por fracas oscilações, enquanto se espera pelo Relatório de Inflação, que será divulgado amanhã, que poderá dar indicações sobre os próximos passos da política monetária.